02 janeiro 2024

Piso de caquinhos - Quintal de Vó


 

Lembra quando você ia na casa dos seus avós? O piso de caquinhos surgiu em casas de operários de São Paulo e Rio de Janeiro nos anos 1940 e se popularizou por todo Brasil. Para as gerações seguintes tornou-se parte de uma nostalgia dos anos 70 e 80 pois lembra a casa onde viveu e brincou na infância. Arte e design tipicamente brasileiros, parte da nossa identidade visual e sensorial. Produtos com essa estampa estão disponíveis na minha loja na Colab55.

[EN] By the 1940's the mosaic made of ceramics shards became very popular between industrial workers houses in São Paulo and Rio de Janeiro becoming very popular in brazilian suburban houses. A beautiful mosaic that became part of Brazilian identity. 

 






13 setembro 2023

Minha loja na Colab55 - poster Rio de Janeiro

Retomando este espaço após o hiato de uma década para divulgar minhas lojas. Foram muitas transformações nos últimos anos, profissionalmente e pessoalmente. Atualmente tenho trabalhado, entre outras coisas, em artes para camisas, posters, sketchbooks etc. A loja brasileira é na Colab55.

A primeira arte é esse poster incrível com o visual do Rio de Janeiro. A ilustração está também na composição da primeira estampa da coleção Arrival, que destaca as siglas de aeroportos e paisagens das cidades. Tem camisa do aeporto Santos Dumont e Galeão.



   
 #ilustração #camisa #Riodejaneiro #Colab55 #viagem #Cristo #corcovado #Pedradagavea

28 junho 2012

Planejar Para Transformar

este projeto de desenvolvimento sustentável começou a ser desenvolvido no início de 2011 e atingiria uma grande região do estado do Maranhão abrangendo 10 municípios. precisava então de uma comunicação objetiva que representasse a diversidade e ao mesmo tempo cada uma das cidades em particular. o primeiro passo foi o desenvolvimento da marca do projeto Planejar Para Transformar (cujo nome oficial é Plano de Desenvolvimento Territorial Integrado). a pesquisa da cultura e folclore maranhense sinalizou a tradição das festas do Bumba-Meu-Boi e do forró como um caminho interessante. (noutras regiões a festa é também chamada de Boi-Bumbá).
Planejar Para Transformar

a primeira peça produzida foi o folder de apresentação do projeto que convida a sociedade a participar, ilustrado num estilo que lembra as gravuras e pinturas típicas da região. folder Planejar Para Transformar
na segunda fase da comunicação, já com o Plano em andamento, criei o projeto gráfico do relatório que precisava funcionar de forma independente para as 10 cidades, mantendo a identidade visual. o projeto contou também com cinco ilustrações de abertura de capítulos na parte de Plano de Ação com os temas meio ambiente, infraestrutura, economia, impacto social e gestão compartilhada.

meio ambiente

nas capas dos relatórios fica evidente a intensão da marca, pois a rotação do símbolo e as cores marcam a diferenciação das cidades. a criação da capa teve a participação imprescindível da designer Juliana Nemer.
capas Planejar Para Transformar

21 maio 2012

propostas Vitrola Acústica

propostas Vitrola Acústica
propostas de marca desenhadas por mim e pela designer Juliana Nemer para o projeto musical Vitrola Acústica. nenhuma delas foi aprovada e o projeto, aparentemente, foi abortado. janeiro, 2012.

18 maio 2012

cartão Carioca Entretenimento

layout cartao duplo
o cliente queria um cartão que remetesse ao seu produto – shows, eventos e festas que agitam a noite carioca – e tivesse um formato bastante diferente que causasse impacto visual. a referência do visual é o design gráfico de ingressos em papel moeda com itens de segurança.

11 maio 2012

site Crica Camargo Buffet

layout do site Crica Camargo Buffet. conheça clicando aqui
em parceria com a designer Juliana Nemer.

21 abril 2012

sobre regulamentação de designer (e devaneios relacionados)


como a maioria dos leitores designers deve saber, saiu recentemente o primeiro passo para a regulamentação definitiva da profissão no país. eu trabalho desde 1997. passei por estágios, empregos "nada a ver", patrões escrotos e salário mínimo. se fosse há 10 ou 15 anos atrás eu louvaria essa conquista, mas a esta altura do campeonato, me pergunto o que diabos há pra comemorar.

estamos finalmente diante de um mundo integrado, a aurora do futuro, onde qualquer pessoa tem acesso a informação e dispositivos para crescer (pessoalmente e profissionalmente). e estranhamente, ao mesmo tempo que as pessoas comemoram essas conquistas, também parece haver um medo do "outro" tomar seu lugar, seu emprego. mas isso é tão século XX, não?

os anos 90 foram um marco do enfraquecimento dos sindicatos. este início do século XXI estimula a qualidade de vida, home-office, o empreendedorismo, o ganhar dinheiro sendo feliz com seu trabalho, a criação de objetivos profissionais claros. há centenas de livros, sites, twitters de auto-ajuda empresarial falando sobre a conquista de trabalhar com o que gosta e principalmente ganhar dinheiro com o que gosta. as vezes até ficar milionário com isso. não que todos tenham que virar empresários, até porque não é o perfil de todo mundo, mas precisa de sindicato pra mostrar a direção? e ele fará isso?

teremos número de registro a exemplo de outras associações de classe. o designer vai assinar um projeto. isso quer dizer que ele será responsável por um projeto dando ele certo ou não. espero que venha acompanhado de um gordo aumento salarial porque muitos designers profissionais já fizeram "o que o cliente (ou patrão) queria e ponto final". queria entender como vai ficar essa relação porque assinar embaixo o que os outros mandam precisa de algum incentivo.

base salarial? sério? isso vai acontecer?

ainda que funcione tudo 100%, o que não compreendo é porque então já não mudou? designers ainda precisam de um sindicato dando a mão? um jovem estudante, um recém-formado, talvez. quando eu era estudante fui associado ADG. pagava uma taxa mensal e recebia entre outras coisas a revista. eu cresci muito vendo e reconhecendo o trabalho de 'grandes' profissionais, mas ninguém me obrigou a isso. eu fui porque sabia que precisava. queria aprender mais.



toda hora tem um designer fazendo piada com seus clientes ou empregadores. precisamos de um sindicato pra explicar o que pode e o que não pode? vejo anúncios exigindo muito e pagando pouco. vai quem quer (ou precisa). quando falam em 'prostituição do mercado' lembre-se que mesmo entre as putas têm as que cobram R$ 20 e as que pedem R$ 3.000 e depois viram filme. a 'prostituição' (no sentido negativo da palavra) é o profissional quem faz quando define seu próprio valor. e isso, na pior hipótese se aprende na prática, como tudo no trabalho de qualquer pessoa.

quando eu estava na faculdade dizer que não ligava pra diploma era assustador. hoje é mais que sabido que faculdade, papelzinho, comprovante não prova nada. o que prova é seu trabalho, a qualidade dele, o comprometimento, o quanto se estuda aquilo. não posso ser a favor de um movimento que colocaria profissionais ruins na mesma média que os excelentes, portanto, na contramão da história.

parênteses
outro dia, antes de concluir esse texto, fui tomar uma cerveja e jogar sinuca. enquanto errava uma tacada e outra, percebi que até mesmo num jogo tão banal quanto a sinuca tem os que levam tão a sério a ponto de se profissionalizar. o interessante desse raciocício é que não importa o que se faça: quem se profissionaliza é o indivíduo que deseja ser profissional.
fim do parênteses

é evidente que existe uma cultura do menor esforço, e veja, não estou citando classes sociais, é cultural e atinge a todos. quantos colegas tínhamos na escola que liam somente os livros que a escola obrigava a ler?

agora um motivo claramente #classemediasofre: teremos mais um imposto. seremos todos taxados a pagar um auxílio do qual muitos não sentem falta... porque... não faz falta! eu gostaria de saber dos amigos jornalistas e publicitários em que circunstâncias foram assistidos por seus sindicatos. o jornalismo inclusive já não exige nem diploma. publicitários então... há os que preferem criar tumblrs e rir da própria desgraça ao invés de tomar uma atitude real. o que esperamos? que fiscais apareçam de capa vermelha para nos salvar da tirania dos patrões malvados? 

escorregar a discussão para "designers x micreiros" é outra coisa datada, atualmente sem sentido. primeiro que todos nós nascemos micreiros, é a ordem natural do jovem que descobre a profissão (tal qual o sinuqueiro). o tal incentivo ao empreendedorismo atinge todas as pessoas economicamente ativas lançando oportunidades no mercado a todo instante. é preciso estar ligado, bem preparado e disposto para agarrar. segundo que há mercado para tudo e para todos. democracia é assim: tanto deus quanto o diabo tem direito a falar no púlpito. cada um encontra sua tribo, seu nicho, seu espaço. digamos que sejam proibidos os 'sobrinhos' que fazem aqueles flyers horríveis de festas duvidosas. isto é certo? nem todo mundo pode ou quer comprar na Macy's. para alguns C&A está ótimo e isso deve ser respeitado em vários ângulos.

então veja que não faz sentido distribuir título de designer a recém formados (sorry, galerinha da facul) porque profissional mesmo só é quem quer. e o melhor recurso pra isso é o bom e velho Semancol.

ademais, parabéns ao Bruno Porto e demais envolvidos nesse trabalho. embora eu seja contra a regulamentação, desde que me entendo por designer acompanho o esforço do Bruno e outros nesse sentido. só acho que chegou tarde demais e fora do contexto para o futuro.

outras manifestações contra regulamentação: http://designices.com/design-nao-tem-regulamentacao-ainda-bem/http://reservademercadonao.com/

quem quiser comentar, saiba que é bem vindo.
abs, t. 

28 março 2012

040 Store

a nova 040 Store é uma loja multimarcas com personalidade. o nome é uma referência à estrada BR-040 e o visual é inspirado em postos de beira de estrada vintage e anúncios de 50's e 60's. essas também foram as referências para a ilustração que está sendo 'a cara' da divulgação da loja na campanha de lançamento.

ilustração 040



algumas etapas do processo: um 'rascunho' em linhas, só pra ter a idéia, e a colorização.

etapas ilustração 040


e os elevadores adesivados do Shopping Estação Itaipava são o que causa a sensação mais interessante porque eu vejo os anônimos curtindo o trabalho e isso é muito legal.

ilustra 040 - elevador


agradeço ao Fabiano pela incrível oportunidade. e quem estiver de rolezinho por Itaipava/RJ não deixe de visitar a 040 Store, ou se estiver passeando pela web, conheça e curta o facebook da marca.
abs, t.

16 fevereiro 2012

curta documentário O Processo Criativo

estou num momento em que tenho pensado muito sobre o processo de criação pois estou escrevendo um post sobre isso. hoje eu vi esse excelente documentário com esse tema.
são visões muito interessantes sobre o que é o processo criativo, as relações entre arte, design e publicidade. vale a pena todo profissional de criação investir 20 minutos assistindo.

12 fevereiro 2012

Steve Jobs fala de Paul Rand

eu ainda não tive chance de ler a biografia do Steve Jobs mas sei que o trecho sobre a contratação do Paul Rand para desenhar a marca da NeXT vem chamando a atenção pela forte posição que o designer se coloca diante do seu cliente. Jobs conta essa história nessa entrevista e também fala o que pensa sobre o designer.
o debate sobre a relação entre arte e design esteve muito presente na minha vida acadêmica, não apenas por eu estar na faculdade, mas também por ser um momento em que o setor de criação recebia cada vez mais e mais jovens profissionais. foi o boom do design no final dos anos 90 até meados dos anos 00.
eu sempre me coloquei como um "artista", mas um artista que trabalha sob encomenda. embora o trabalho de design seja de criação ele não é livre. design (ou comunicação visual em geral) não é de livre expressão.
voltando ao video, Jobs comenta muito bem sobre essa relação: "Paul era um interessante intermédio entre o artista puro e alguém que é muito astuto em resolver problemas de negócios. (...) o casamento dessas duas qualidades é muito prática e única."
então fica a dica para os amigos que (eu sei) estão sentindo falta de alguma criatividade nos seus trabalhos cotidianos: busquem e mantenham qualidades de artista (percepção apurada do meio, sensibilidade, espírito de inquietude e inconformismo) para comunicar com inteligência e equilibrem com a racionalidade e objetividade do mundo business.

02 fevereiro 2012

Sorriso Prime Verão

Sorriso Prime Verão
em bom carioquês: mais um eventinho irado do verão carioca. para os amantes do pagode, o grupo Sorriso Maroto repete o sucesso da sua festa Prime na versão Verão, cuja proposta não poderia ser outra senão passar a alegria e animação do verão de um jeito mais prime.
a partir da identidade visual os parceiros da Alphazero desenvolveram o site.

03 janeiro 2012

samba que a gente gosta

no mês de dezembro os fins de tarde de domingo ficaram mais animados com a rodinha de samba pós praia. a partir da sugestão do cliente criei a ilustração e a identidade visual do evento.
Samba que a gente gosta

20 dezembro 2011

feliz 2012

dois mil e onze foi um dos anos mais marcantes da minha carreira. foram muitos desafios, tropeços, projetos adiados e principalmente méritos alcançados. e eu gostaria de agradecer a todas as pessoas, leitores, seguidores, amigos pessoais ou profissionais, pela confiança e apoio.
muito obrigado.
em 2012 estarei online com novas idéias e outras supresas. abs, t.

09 novembro 2011

aprendi com Gil Grissom

uma coisa interessante sobre séries de tv é que quase sempre explora-se com certa subjetividade o comportamento dos personagens e suas relações na trama. normalmente os autores utilizam a trama principal como apoio para desenvolver outra mais profunda.

uma série da qual sou fã é CSI Las Vegas. por muitas temporadas a equipe de investigadores forenses foi comandada por Gil Grissom. um personagem peculiar que diferencia a série original das suas spin off, Miami e New York. Grissom é entomologista, observador, meio surdo, procura entender o caráter das pessoas ou invéz de julga-las e acredita na ciência. vem dele a base ética e filosófica da equipe: "pessoas mentem, as evidencias não". ele é uma inspiração para seus subordinados, os deixa a vontade para fazer seu trabalho ao mesmo tempo que sabe cobrar resultados. mais que isso, seus subordinados tem vontade de solucionar o caso ou no mínimo participar da solução.



subjetivamente CSI revela muito sobre o processo de trabalho de um criativo. perceba: o episódio começa com um cadáver (problema), a equipe chega ao local do crime para processar o local (pesquisa, observação, coleta de informação), volta ao laboratório para análise de resuldados e primeiras hipóteses (rascunhos, layouts, brainstorm, criatividade), as informações são unidas e revelarão se o corpo é uma vítima de homicídio, acidente, etc (primeiros layouts, aprovação com cliente), finalmente chegam ao "vilão" e fim da história (finalização, veiculação).

mas o que eu quero destacar é a maneira como Grissom conduz sua equipe. quando chegam a crime scene cada membro da equipe conhece seu papel, sabe como agir, tem autonomia e a atitude de "chegar junto", querer saber, entender. tem motivação para resolver o problema que no caso é algo muito bonito como ajudar as pessoas. o gerente desta equipe é um líder.

outra série que me chamou atenção e foi o motivo pela qual resolvi escrever sobre isso é The Closer. não sou fã, assisti apenas alguns episódios e não tive vontade de ver mais. há uma tendência entre séries de detetives a destacar o personagem principal de modo que ele é sempre um mega-gênio que resolve tudo sozinho (as vezes atrapalhando os demais). em The Closer a personagem principal (a "closer" do título) é Brenda Johnson, chief da Unidade Especial de Crimes Hediondos em Los Ângeles.



Brenda é a gênio da equipe. todos a obedecem mas principalmente aguardam suas ordens: numa cena de crime vinte sujeitos orbitam Brenda aguardando instruções, sem atitude, sem autonomia. aparentemente sem as ordens da chief ficariam de braços cruzados esperando o corpo esfriar (literalmente).

essa forma de trabalho é bem estranha porque a equipe não trabalha pelo caso, pelo job, pelo cliente, pela qualidade. trabalha na órbita de alguém que centraliza todas as decisões e informações sobre o caso e, é claro, chega a solução sozinho, seja ela um mistério de assassinato ou a idéia criativa sobre uma campanha. os outros personagens, seja por falta de vontade própria ou pela obrigação hierárquica, não tem recursos para para dar suas próprias sugestões não estando cientes de todos os detalhes. a esse personagem cabe apenas fazer o que lhe pedem.

me pergunto qual é a vantagem de estar numa equipe assim. é só pelo salário? porque portfólio você não vai estar montando quando todas as idéias geniais vem da mesma pessoa e ficar parado aguardando as ordens também não acrescenta ao trabalho. esse conceito fica muito bonito na tv mas é contraproducente em matéria de design em equipe onde o problema e a solução devem ser o grande motivador que rompe a inércia. 

10 outubro 2011

Rio Samba Show

um dos trabalhos mais legais que realizei recentemente foi em parceria com a designer Juliana Nemer: a criação da identidade visual da Rio Samba Show, empresa de animação de eventos voltada para o tema carnaval e samba. bateria de escola de samba e show "das mulatas do carnaval" são a grande atração. por isso a marca deveria transmitir toda a alegria e agitação do tema.
Rio Samba Show
uma característica interessante é que o carnaval é marcado pela exuberância e extravagância de seus elementos visuais (ex.: cores, confetes, serpentina, fantasias, plumas e paetês). a princípio foi um problema representar tanta coisa em um único símbolo, então desenvolvemos uma marca que pudesse conter diversas apresentações e que mantivesse a identidade forte. logo abaixo vemos os elementos da marca de forma separada. tipologia, grafismo de apoio visual e os desenhos dos personagens. em seguida, formas de apresentação da marca.
Rio Samba Show

Rio Samba Show

o cartão de visita e o site também fizeram parte do trabalho reforçando e completando a identidade visual.
então agora você já sabe: para animar a sua festa, conte com o Rio Samba Show ;) abraço a todos, t.

06 outubro 2011

Here’s to the crazy ones.

The misfits.
The rebels.
The troublemakers.
The round pegs in the square holes.
The ones who see things differently.
They’re not fond of rules.
And they have no respect for the status quo.
You can praise them, disagree with them, quote them,
disbelieve them, glorify or vilify them.

About the only thing you can’t do is ignore them.
Because they change things.

They invent. They imagine. They heal.
They explore. They create. They inspire.
They push the human race forward.

Maybe they have to be crazy.
How else can you stare at an empty canvas and see a work of art?
 Or sit in silence and hear a song that’s never been written?
 Or gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?
We make tools for these kinds of people.

While some see them as the crazy ones,
we see genius.
Because the people who are crazy enough to think 
they can change the world, are the ones who do.

* * *
"Think Different" - Apple Manifesto, 2001

18 agosto 2011

Radar Transportes

da mente de dois jovens empreendedores da construção civil do Rio de Janeiro, a Radar surgiu para ser uma empresa de transportes de entulho de postura inovadora e profissional, diferente do amadorismo que domina o mercado. para fortalecer essa postura investiram numa comunicação moderna, marcante e ao mesmo tempo simples para atender a públicos diferentes.
Radar Transportes
visitem o site.