30 julho 2011
11 julho 2011
novo header
mesmo com o desenho inacabado, coloquei o novo header. ouvi num domingo desses que desenho "no final das contas nunca acaba. a gente sempre acha que pode ser diferente". então, conforme for "ficando diferente" eu atualizo. abs
05 julho 2011
faceprofile
15 junho 2011
10 junho 2011
campanha CREA MG
alguns jobs
alguns trabalhos desenvolvidos nos últimos 6 meses em agências cariocas pelas quais passei:

flyer e identidade visual para edição 2011 da festa Sunset

ilustração de personagens para linha infantil de canetas hidrográficas

flyer para Bernardinho Volley Camp. desenvolvemos também site, banner, etc
flyer e identidade visual para edição 2011 da festa Sunset
ilustração de personagens para linha infantil de canetas hidrográficas
flyer para Bernardinho Volley Camp. desenvolvemos também site, banner, etc
pequena atualização
que meu ritmo de trabalho é intenso não é novidade. as vezes me sinto até culpado por sentir sono, já que afinal, "absurdo perder tempo dormindo". também vejo outros brilhantes profissionais desenvolvendo trabalhos tão bacanas e fico pensando como eles arrumam tempo? será que descansam, sentem fome? claro que sim.
estou dizendo isso porque muita coisa eu não publico no blog por N razões e isso é um pouco frustrante. mas a vida segue e vou mudando minha postura com relação ao trabalho. hoje me sinto muito seguro e vejo quem eu era nos novos designers de 20 e poucos anos com suas inseguranças. enfim, é só um desabafo. abs, t.
estou dizendo isso porque muita coisa eu não publico no blog por N razões e isso é um pouco frustrante. mas a vida segue e vou mudando minha postura com relação ao trabalho. hoje me sinto muito seguro e vejo quem eu era nos novos designers de 20 e poucos anos com suas inseguranças. enfim, é só um desabafo. abs, t.
17 maio 2011
“Fuck you, pay me!” (Por gentileza, queira efetuar o depósito)
é fato notório que as áreas de comunicação (nesse caso em particular a comunicação visual) está uma bagunça. foram anos de elitismo seguido de um boom na popularização que não deu tempo para exercitar as boas práticas de relação comercial. é incontável o número de "profissionais" que simplesmente não sabem o que estão fazendo.
na mão contrária temos pessoas como o Montalvo Machado, ferrenho defensor dos direitos (e deveres) dos ilustradores. nem sempre concordo 100% com o Montalvo mas admiro e me espelho em suas convicções. recentemente ele publicou essa palestra no seu blog. segue o texto estraído do blog do Montalvo:
"A apresentação de Mike Monteiro da Mule Design e seu advogado Keith Levine me impressionou, e quem me conhece sabe que isto é óbvio, pela pegada deles na defesa feroz do que é seu por direito: propriedade intelectual, pagamento justo, no prazo, negociação honesta e valorização do profissional de criação visual.
Foi por acreditar nesta filosofia que eu me determinei a legendar este video em português, e gostaria que ele fosse visto por profissionais e estudantes de design, ilustração, fotografia, cinema, jornalismo, etc, e até mesmo os clientes, para que todos saibam onde ficam os limites de uma relação comercial."
fica a dica a todos os designers, empresários e todos aqueles que levam seu trabalho a sério: fuck you, pay me.
na mão contrária temos pessoas como o Montalvo Machado, ferrenho defensor dos direitos (e deveres) dos ilustradores. nem sempre concordo 100% com o Montalvo mas admiro e me espelho em suas convicções. recentemente ele publicou essa palestra no seu blog. segue o texto estraído do blog do Montalvo:
"A apresentação de Mike Monteiro da Mule Design e seu advogado Keith Levine me impressionou, e quem me conhece sabe que isto é óbvio, pela pegada deles na defesa feroz do que é seu por direito: propriedade intelectual, pagamento justo, no prazo, negociação honesta e valorização do profissional de criação visual.
Foi por acreditar nesta filosofia que eu me determinei a legendar este video em português, e gostaria que ele fosse visto por profissionais e estudantes de design, ilustração, fotografia, cinema, jornalismo, etc, e até mesmo os clientes, para que todos saibam onde ficam os limites de uma relação comercial."
fica a dica a todos os designers, empresários e todos aqueles que levam seu trabalho a sério: fuck you, pay me.
17 abril 2011
brazilian tokens
aqui o objetivo é apresentar a coleção de moedas, vales e fichas brasileiras. as referências visuais do cliente são bem antigas, estilo 60's e modernismo. "nada futurista" dizia o briefing. a boa e velha helvética resolveu a tipologia, o tom de ouro das moedas e um tecido verde criaram a atmosfera brasil.
postcard

site

veja o site
abs, t.
postcard
site
veja o site
abs, t.
22 março 2011
marca Punch Underground
fugindo um pouco do desenho tradicionalmente sóbrio de marca, a do selo de música eletrônica Punch Underground busca um estilo mais livre, despojado e com atitude. a inspiração para o desenho vem de posteres de música e shows dos anos 70.
página deles no facebook
20 março 2011
vinhetas UniverCinema
para aula de After Effects criei a identidade visual e as vinhetas de um programa fictício chamado UniverCinema, cuja proposta seria de apresentar curtas universitários. o video abaixo está editado para apresentar apenas as vinhetas. a edição integral mostra quatro videos criados pela turma na disciplina de video. espero que curtam. abs
19 março 2011
visão periférica. teste a sua.
esse vídeo é muito engraçado e aparentemente não tem nada a ver com design.
porque o moleque não viu o vidro? repare como a "diagramação" dos objetos confunde. pensar nisso é design thinking. é você olhar para uma saída e se perguntar "por que estou colocando um vaso enorme de planta bloqueando-a e liberando passagem para uma porta de vidro não sinalizada?" certamente naquele caso não havia um especialista na área, mas podemos entender como uma diagramação, distribuição de informação e fluxo.
a atitude proposta pelo desing thinking deveria ser a atitude cotidiana diante de um projeto. entendo que as vezes não é possível aplicar na prática mas isso pode e deve ser decidido em razão do job (custo/benefício, seja lá o que for) de forma consciente, nunca se deixando levar.
porque o moleque não viu o vidro? repare como a "diagramação" dos objetos confunde. pensar nisso é design thinking. é você olhar para uma saída e se perguntar "por que estou colocando um vaso enorme de planta bloqueando-a e liberando passagem para uma porta de vidro não sinalizada?" certamente naquele caso não havia um especialista na área, mas podemos entender como uma diagramação, distribuição de informação e fluxo.
a atitude proposta pelo desing thinking deveria ser a atitude cotidiana diante de um projeto. entendo que as vezes não é possível aplicar na prática mas isso pode e deve ser decidido em razão do job (custo/benefício, seja lá o que for) de forma consciente, nunca se deixando levar.
17 março 2011
marca Rio 2016
uma marca é bem projetada quando é mais que um desenho: é um desenho com significado. quando projetada por profissionais que compreendem a força da semiótica, ela tem mais de um significado abrindo a percepção do espectador. são diversas mensagens, bem planejadas, num único emissor.na marca Rio 2016, a Tátil conseguiu reunir muitos símbolos e valores numa "marca escultura para cidade escultura". isso é conceito, estudo da força, desenho, trabalho. na época do lançamento muitos comentários de quem tinha visto apenas as figuras humanas ou apenas o Pão de Açúcar, tentavam desqualifica-la quando é justamente esse o maior mérito: de se manter uma novidade. qual seria a graça de chegar a 2016 com uma marca já batida na cabeça das pessoas?
08 novembro 2010
interdisciplinary team
"A creative organization is constantly on the lookout for people with capacity and – just as important – the disposition for collaboration across disciplines. In the end, this ability is what distinguishes the merely multidisciplinary team from a truly interdisciplinary one. In a multidiscipliary team each individual becomes an advocate for his or her own technical specialty and the project becomes a protracted negotiation among them, likely resulting in a gray compromise. In a interdisciplinary team there is collective ownership of ideas and everybody takes responsability for them. "
Change by design: Tim Brown with Barry Katz
09 outubro 2010
02 outubro 2010
edição de videos
um salve aos leitores do blog.
estou numa época apressada e de muitos trabalhos. é chato não ser possível mostrar agora mas há outra coisa que queria expor. estou muito empenhado na pós de vídeo, animação e 3D. estamos no bloco de edição e tenho feito alguns exercícios. dois deles você vê a seguir. ambos foram feitos no adobe premiere cs3. o primeiro é um "trailer" de Homem de Ferro 2. muita ação e cortes rápidos. no outro a proposta era montar um trailer de Avatar como se o filme fosse um romance.
é isso. abraço a todos e obrigado.
14 agosto 2010
estampa para ecobags rio4fun
olá leitores do blog. antes de falar do trabalho, valeu pelas visitas.
as ilustrações são estampas para a rio4fun que desejava presentear seus clientes com ecobags personalizadas. um trabalho que deixou muito feliz com o resultado. espero que gostem. abraços.



link curto http://bit.ly/8YAs2v
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30 junho 2010
16 junho 2010
o fim do papel e o novo design editorial
com o boom da Internet e das mídias digitais vi surgir n profetas do apocalipse decretando o fim de livros, revistas e jornais. passados alguns anos o "marketing verde" trouxe o argumento falacioso de que o papel era antiecológico blablabla e convenceu muita gente. eu até então fui cético quanto a essas previsões porque eu penso em como um homo sapiens se relaciona com o objeto suporte de informação no seu dia a dia e, convenhamos, ler no monitor é possível mas nem sempre confortável, sem contar que livros, revistas ou jornais podem ser levados a qualquer lugar e um laptop até então não me convencia de sua praticidade nesse sentido. a experiência de ler uma revista por exemplo é pessoal, material e com suas particularidades. é fato que o suporte da informação deixará de ser analógico para ser digital mas na prática ainda sentia falta do objeto que fosse tão fácil de usar quanto uma revista. sentia.
veio o Kindle, primeiro leitor de livros digitais, e veio o iPad, a maquininha revolucionária da Apple que todo mundo adorou odiar. independente de prós e contras é inegável a mudança de comportamento sobre a web e o consumo de informação que o iPad trouxe. um objeto leve, móvel e de uso tão intuitivo quanto uma revista. não tenho mais nenhuma dúvida de que em alguns anos todo mundo vai ter um iPad (original ou genérico) para acessar a web, ver tv ou ler revistas e jornais. o ponto é: o formato revista virtual. a Internet é uma nova mídia que não substitui as anteriores. o usuário do mundo real deseja uma experiência real: tocar a informação, pegar o jornal, a revista. o video a seguir é um experiência conceitual que ilustra o que serão os leitores digitais num futuro próximo.
o que muda na diagramação e projetos gráficos?
os "mundos" virtual e real vão se completando tornando a navegação na web tão natural e intuitiva quando folhear uma revista, mudando os paradigmas sobre projetos gráficos editoriais. agora uma "revista virtual" não se parecerá com um portal na Internet. ela continuará sendo uma revista, só que dinâmica. a arte da diagramação, as "viúvas", a massa de texto, infográficos, etc, estarão lá. o que mudará será o acréscimo da quarta dimensão. o que está morrendo, afinal, é o "visual estático" num universo onde tudo é movimento. estamos então diante de um novo modelo de trabalho para designers que não é exatamente gráfico e nem web.
enquanto eu especulava como seria o trabalho deste "novo designer" a Adobe anunciou que em breve vai lançar o Adobe Digital Publishing, software produzido em parceria com a revista Wired.
o Digital Publishing, que pode-se dizer é a evolução natural do InDesign, vai mudar a forma de diagramar para meio digital e me deixou muito empolgado com as novas possibilidades no design editorial. não vejo a hora de experimentar o novo software. para finalizar, dou o braço a torcer: eu acredito no fim do papel.
veio o Kindle, primeiro leitor de livros digitais, e veio o iPad, a maquininha revolucionária da Apple que todo mundo adorou odiar. independente de prós e contras é inegável a mudança de comportamento sobre a web e o consumo de informação que o iPad trouxe. um objeto leve, móvel e de uso tão intuitivo quanto uma revista. não tenho mais nenhuma dúvida de que em alguns anos todo mundo vai ter um iPad (original ou genérico) para acessar a web, ver tv ou ler revistas e jornais. o ponto é: o formato revista virtual. a Internet é uma nova mídia que não substitui as anteriores. o usuário do mundo real deseja uma experiência real: tocar a informação, pegar o jornal, a revista. o video a seguir é um experiência conceitual que ilustra o que serão os leitores digitais num futuro próximo.
o que muda na diagramação e projetos gráficos?
os "mundos" virtual e real vão se completando tornando a navegação na web tão natural e intuitiva quando folhear uma revista, mudando os paradigmas sobre projetos gráficos editoriais. agora uma "revista virtual" não se parecerá com um portal na Internet. ela continuará sendo uma revista, só que dinâmica. a arte da diagramação, as "viúvas", a massa de texto, infográficos, etc, estarão lá. o que mudará será o acréscimo da quarta dimensão. o que está morrendo, afinal, é o "visual estático" num universo onde tudo é movimento. estamos então diante de um novo modelo de trabalho para designers que não é exatamente gráfico e nem web.
enquanto eu especulava como seria o trabalho deste "novo designer" a Adobe anunciou que em breve vai lançar o Adobe Digital Publishing, software produzido em parceria com a revista Wired.
o Digital Publishing, que pode-se dizer é a evolução natural do InDesign, vai mudar a forma de diagramar para meio digital e me deixou muito empolgado com as novas possibilidades no design editorial. não vejo a hora de experimentar o novo software. para finalizar, dou o braço a torcer: eu acredito no fim do papel.
31 maio 2010
o que falta na logo da Copa 2014

o vazamento pelo portal iG da suposta marca da Copa 2014 no Brasil movimentou hoje as comunidades de criativos de design e publicidade. a marca é criação do escritório francês Richard A. Buchel e será apresentada oficialmente dia 8 de julho.
confesso que minha primeira impressão não foi de profissional. ao contrário, foi de brasileiro. aquele velho trauma: "mas porque não contratar um escritório brasileiro?" tudo bem que a Fifa é dona do evento mas uma consideração aos designers conterrâneos seria bem-vinda.
olhando de novo..
esta versão, obtida através do escritório de patentes, perde um tanto do impacto por estar sem cores e isolada do contexto de uma identidade visual. a marca é o desenho da taça formada por silhuetas que lembram mãos e me remetem também a uma planta chamada "costela de adão". "2014" está integrado a "taça" e o nome "Brazil" está na base. os traços são sinuosos e até possuem algum movimento mas que não empolgam. mesmo feita com muitas curvas, o desenho final é de uma taça... parada! onde está a empolgação do povo brasileiro fanático por futebol? a vibração do gol?
sabe o que eu acho que tem de errado com essa marca? é uma marca globalizada feita para um evento global e por isso falta brasilidade, falta a ginga.
vou especular um pouco: pode ser que o designer francês tenha visto imagens das vitórias da seleção brasileira e da relação que o povo tem com a taça. talvez as mãos representem isso: a taça que é de todo um povo. no entando essa interpretação leva a outros simbolismos como o que Milton Trajano registrou em sua charge.
um problema em marcas "globais" é a interpretação de cada cultura. "passar a mão" ou "meter a mão" são expressões com interpretação negativa na língua brasileira. repetindo: faltou ginga.
aguardarei ansiosamente pelo dia 8 de julho quando será apresentada a versão oficial da marca. e então torcer. torcer pelo Brasil.
[PS] o portal globo.com publicou a versão em cores, que não mudou nada da minha impressão inicial. uma pena.
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